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Os grandes mestres da psicologia. Trad. Edson Dognaldo Gil. São Paulo: Escala, 2009. 122 p. (Quero Saber)
Descrição da Editora
Desde a Antiguidade, os temas centrais da Psicologia passaram por permanentes mudanças. Em razão de sua relativa dependência da Teologia e da Filosofia, a Psicologia, durante muito tempo, era como uma bola jogada em diferentes direções. Durante seu desenvolvimento, novos temas e tarefas foram acrescentados, de modo que ainda hoje é difícil descrever em poucas palavras o que ela é e o que a constituiu.
O livro Os Grandes Mestres da Psicologia remonta, através de seus principais protagonistas e conceitos, a história da Psicologia.
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WEISCHEDEL, Wilhelm. A escada dos fundos da filosofia: a vida cotidiana e o pensamento de 34 grandes filósofos. Trad.: Edson Dognaldo Gil. 6. ed. São Paulo: Angra; IBFC Raimundo Lúlio, 2009 [1999]. 336 p. [ISBN: 85-85969-14-8]
Muitos são os caminhos pelos quais se pode chegar à mansão dos filósofos. Um deles, tão eficiente quanto pouco convencional, consiste em subir até ela pela ‘escada dos fundos’. Ou seja, por meio dos episódios da vida cotidiana, dos traços característicos e das pequenas manias dos filósofos.
Nas praças de Atenas ou nas ruas de Paris, na tranqüilidades da oficina de Espinosa ou no tormento do quarto de Kierkegaard, o autor dá voz ao ‘escândalo’ perene que é a filosofia; um perguntar sem trégua sobre Deus, sobre o mundo e sobre nós mesnos.
CONTEÚDO
Apresentação ou arco-íris, o pote de ouro e o lago
Prólogo ou as duas escadas para a filosofia
Tales ou o nascimento da filosofia
Parmênides e Heráclito ou os gêmeos opostos
Sócrates ou o escândalo de perguntar
Platão ou o amor filosófico
Aristótoles ou o filósofo como homem do mundo
Epicuro e Zenão ou a felicidade sem dever e o dever sem felicidade
Plotino ou as visões do extático
Agostinho ou a utilidade do pecado
Anselmo ou o Deus demonstrado
Tomás ou o intelecto batizado
Eckhart ou o Deus como não-Deus
Nicolau ou o nomeador de Deus
Descartes ou o filófoso atrás da máscara
Pascal ou a razão crucificada
Espinosa ou o boicote da verdade
Leibniz ou o quebra-cabeça das mônadas
Voltaire ou a razão em apuros
Rousseau ou o infeliz pensador sentimental
Hume ou o náufrago cético
Kant ou a pontualidade do pensar
Fichte ou a rebelião da liberdade
Schelling ou a paixão pelo absoluto
Hegel ou o espírito universal em pessoa
Shopenhauer ou o olhar maligno
Kierkegaard ou o espião de Deus
Feuerbach ou o homem como criador de Deus
Marx ou a revolta da realidade
Nietzche ou potência e impotência do niilismo
Jaspers ou o malogro fecundo
Heidegger ou a saga do ser
Russell ou a filosofia como protesto
Wittgenstein ou o declínio da filosofia
Epílogo ou subida e descida
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KAWA, Elizabeth. Edith Stein: A abençoada pela cruz. Trad.: Edson Dognaldo Gil. São Paulo: Quadrante, 1999. 120 p. [ISBN: 85-7465-018-8]
“A Cruz de Cristo!”, exclamava o Papa João Paulo II na homilia de canonização de Edith Stein, no dia 11 de outubro de 1998. “No seu constante florescimento, a cruz dá sempre novos frutos de salvação. Por isso, os crentes contemplam com confiança a cruz, encontrando no seu mistério de amor a valentia e o vigor para seguirem com fidelidade as pegadas de Cristo crucificado e ressuscitado. Foi assim que a mensagem da cruz entrou no coração de tantos homens e mulheres, transformando a sua existência.
“Um exemplo eloqüente dessa extraordinária renovação interior é a experiência espiritual de Edith Stein. Uma jovem em busca da verdade, graças à ação silen-ciosa da graça, chegou a ser santa e mártir: é Teresa Benedita da Cruz, que hoje, do Céu, nos repete a todos as palavras que marcaram a sua existência: Quanto a mim, livre-me Deus de gloriar-me senão na cruz de Jesus Cristo senhor nosso (cf. Gál 6, 14). [...]
“Muitos dos nossos contemporâneos quiseram silenciar a cruz, mas nada é mais eloqüente do que a cruz silenciada. A verdadeira mensagem da dor é uma lição de amor. O amor torna fecunda a dor e a dor torna profundo o amor”.
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