por BRUNO TOLENTINO
Tudo vai-se acabando, tudo passado que é ao que era. É tudo maisou menos uns vestígios de fumaçano espaço do que deixas para trás.
E tudo o que deixaste ou deixarásde manso ou de repente, sem que façadiferença nenhuma no fugaz,é assim como a garoa na vidraça:
intimações de lágrima delida.Não valeu chorar nada. Nem [...]